Histórias d’África – Perigo! ¡Peligro! Danger! Pericolo! Gefahr! Опасность Gevaar! סכנה

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二.危险因素

A pandemia de SARS-CoV-2 põe a nu as debilidades da União Europeia. E a Comissão Europeia é dirigida por pessoas perigosas, intelectualmente desonestas, sem honradez, para quem não importa a vida de 501,6 milhões de cidadãos. Uma classe política não eleita, que se acha elitista, tem o atrevimento de substituir-se às comunidades médicas e científicas, deliberando sobre vacinas, literalmente pondo-lhes rótulos de boas e más. Alimenta um conflito estratégico contra o Reino Unido; promove uma batalha entre farmacêuticas; financia a investigação quase por completo, não exige as patentes e ainda volta a pagar as vacinas. A isto diligencia a quebra de compromissos éticos dos profissionais de saúde, ignorando as fichas técnicas das inoculas e querendo-nos administrar doses de soros de diferentes marcas, expondo-nos ao risco pela ausência de evidências científicas de que isso se possa sugerir com segurança para os cidadãos.

Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, é a responsável pelo insucesso da gestão de uma verdadeira central de compras de vacinas para 500 milhões de cidadãos. A alemã, nascida em Bruxelas (08-10-1958) de 62 anos, nem sequer faz jus aos seus percursos académicos em economia e medicina – apesar de acusada de pelágio da tese do doutoramento em medicina em 1991, na Universidade de Hannover -, nem na política onde faz carreira desde 2003 com duas passagens como Ministra da Família nos dois primeiros governos liderados por Angela Mderkel. Mas o problema desta líder europeia é o mesmo da maioria dos que governam a Ocidente: Do seu curriculum percebe-se que apenas trabalhou durante 4 anos, entre 1988 e 1992 quando exerceu medicina como assistente na maternidade da universidade de Hanôver. De resto o tempo foi dedicado supostamente ao estudo e, desde 2003 à política seguindo as pegadas de seu pai. Mas o seu passado tem um dado curioso: Fugiu da Alemanha entre 1978 e 1979 – imagine-se – por medo da “ameaça” comunista de grupos terroristas na Alemanha Ocidental como os saídos da Fração do Exército Vermelho conhecida Grupo Baader-Meinhof, um grupo de guerrilheiros de extrema-esquerda (fundado em 1970 e dissolvido em 1998). Então viveu sob outro nome, Rose Ladson e alega que isso se ficou a dever à exposição mediática e politica de seu pai, Ernst Carl Julius Albrecht, da UDC.

O arquipélago das Canárias perde 303 empregos por cada dia e atinge um total de 272.700 desempregados, 25,42%. Já o desemprego total em Espanha ascende aos 3.653.900, significando 15,98% da população activa se lhe somarmos os trabalhadores no regime de eRTE. Pior é saber que há 1.226.300 lares onde todos se encontram sem trabalho. Segundo a Segurança Social, no primeiro trimestre do ano registavam-se 18.920.902 cotizados, menos 330 mil que em Fevereiro do ano passado

A balbúrdia europeia sobre vacinas afasta-nos de outros países. Com estes políticos europeus o turismo no Verão pode estar comprometido. Em Espanha, associações empresariais e de profissionais já anunciam que será possível salvar entre os 36 e os 40% das receitas relativamente a 2019. As estatísticas do primeiro trimestre deste ano são assustadoras: O arquipélago das Canárias perde 303 empregos por cada dia e o desemprego total em Espanha ascende aos 3.653.900, significando 15,98% da população activa se lhe somarmos os trabalhadores no regime de eRTE. Pior é saber que há 1.226.300 lares onde todos se encontram sem trabalho. A Segurança Social anuncia 18.920.902 cotizados, menos 330 mil que em Fevereiro de 2020.

Certo é que a presidente da Comissão Europeia assumiu uma decisão perigosa para o futuro da imunização dos cidadãos dos países Membros: Optar somente pela compra de vacinas de mRnA em vez de Vector Viral, de Adenovírus, ou seja apostar apenas na compra de vacinas da Pfizer e da Moderna e deixar de fora inoculas da AstraZeneca (desenvolvida na Universidade de Oxford), Janssen da farmacêutica Johnson & Johnson, da Sputnik e, muito provavelmente da Norte-americana Novavax – em produção na fábrica da Zendal em Porriño, na Galiza, a Noroeste da península espanhola – que combina proteína projectada do vírus que causa o SARS-CoV-2 com um ingrediente vegetal.

Nas Canárias a evolução da 4ª vaga mantém-se idêntica à terceira, muito acima das estatísticas da primeira vaga e por razões que nem sequer são escrutinadas. As condições sanitárias e a excelência dos profissionais de saúde no arquipélago já o podia ter tornado em território “COVID ZERO” para salvar o Verão

Não deixa de ser extraordinário que esta decisão tenha sido anunciada pelo Ministério da Saúde italiano em 14 de Abril, e simultaneamente com uma publicação do jornal italiano La Stampa. Então noticiava-se que os contratos em vigor entre a farmacêutica e a União Europeia não seriam renovados quando expirarem, em 2022. Pode ler-se nessa edição do periódico italiano textualmente: “A Comissão Europeia, em acordo com os líderes de muitos países (da UE), decidiu que os contratos com as empresas que produzem vacinas (de vetor viral), válidos para o ano em curso, não serão renovados no seu termo“.

Estranha-se ainda dois factos:

  • Que o governo italiano anunciasse a doação da maioria das vacinas da AstraZeneca que dispunha aos países mais pobres do hemisfério Sul, isto quando no final do mês de Março estalou uma das maiores suspeitas da União Europeia relativamente ao laboratório anglo-sueco, precisamente quando as autoridades italianas descobriram 29 milhões de doses da vacina da AstraZeneca num armazém que pertence à empresa Catalent com sede em Anagni, nos subúrbios de Roma.

Obviamente que fazendo contas simples, percebe-se que as 29 milhões de ampolas encontradas na fábrica italiana seriam suficientes para vacinar 14,5 milhões de pessoas.

  • Que a decisão da Comissão Europeia tenha gerado um dos maiores desentendimentos entre os Estados Membros que decidiram listar compras de vacinas a vários laboratórios, incluindo as que ainda se encontram por aprovar pela Agência Europeia de Medicamento como o caso da Sputnik e da Novavax. A iniciativa partiu de Viktor Órban, primeiro-ministro húngaro. Mas na lista de países ressaltam a Alemanha – país natal de Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia que é governado pelo partido a que pertence -, Áustria, República Checa, Eslováquia, a Comunidade Autónoma de Madrid e, pelo menos o Bundesländer (Federação) da Baviera e, claro, a própria Hungria que lidera o ideário de vacinar massivamente em tempo recorde.
As vantagens das vacinas são inquestionáveis: 1 por cada 622 espanhóis morre pelo vírus, enquanto por trombos provocados pelas vacinas se regista 1 falecido por 1.389.000 doses aplicadas. Os fenómenos trombóticos sucedem sobretudo em mulheres menores de 60 anos, após a 1ª dose e nos primeiros 14 dias

Mas sejamos intelectualmente honestos: No dia 24 de Abril, AstraZeneca respondeu aos italianos e à senhora Von der Leyen: “16 Milhões, eram para entregarà União Europeia e os restantes 13 milhões, para países mais pobres que integram o Programa Covax, que é chefiado pela Organização Mundial da Saúde”. A OMS não desmentiu, mas os cidadãos podem interrogar: O que faziam estas doses em Itália em vez de serem distribuídas directamente a partir das unidades de produção na Bélgica e na Holanda? Resposta simples: A fábrica de Anagni faz a engarrafagem das vacinas da AstraZeneca produzidas na Bélgica e na indústria da Halix. E é aqui que reside o problema: A fábrica da Halix não estava aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos e portanto as vacinas aí produzidas não podem entrar no mercado europeu.

À margem destas trapalhadas, Viktor Órban, primeiro-ministro húngaro, actuou individualmente, fora da conjuntura política da União Europeia para a campanha de vacinação contra o SARS-CoV-2: Comprou e iniciou uma campanha com a vacina russa Sputnik de adenovírus, não ficando sujeito a um conflito de interesses entre a Europa da União e a Federação Russa, tanto mais que no desenvolvimento da Sputnik inclui científicos de países ocidentais estabelecidos em comunidades científicas cuja maioria trabalha à margem das querelas político-estratégicas entre Estados.

A entidade reguladora húngara também aprovou a vacina chinesa da Sinopharm que se trata de uma inocula baseada nas características estruturais do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike do vírus (proteína S). Isso significa que ela usa engenharia genética para fazer cópias inofensivas da referida proteína S do SARS-CoV-2 e induzir anticorpos neutralizantes.

Viktor Órban é dos maiores críticos do plano de vacinação da União Europeia e insiste em responsabilizar a organização pelo relativo fracasso na distribuição dos soros e acima de tudo por não revelar, na totalidade, os acordos assinados com as farmacêuticas que escondem dados da maior importância em termos de valores disponibilizados em nome da investigação, pela compra propriamente dita, quantidades e prazos de entrega.

Foge-se em informar sobre os efeitos adversos da vacina da Pfizer e da Moderna, enquanto os Estados Membros da UE crucificam a britânica da AstraZeneca pelos fenómenos trombóticos que causam. Importa explicar que os poucos casos sucedem sobretudo em mulheres menores de 60 anos, após a 1ª dose e nos primeiros 14 dias. Tratam-se de tromboses dos seios venosos, no sistema vascular encefálico, e trombose Venosa Esplâncnica na veia hepática que envolve o trato gastrointestinal abdominal. Em Espanha, as estatísticas mostram que acontecem 1,3 sintomas de episódios trombóticos por cada 100.000 doses aplicadas no global das 4 vacinas que se administram. A inocula da Moderna (mensageiro de RnA como a Pfizer) é a que apresenta piores resultados com 0,125 casos contra os 0,096 casos da AstraZeneca e os 0,06 da Pfizer e da Janssen. Mas as vantagens das vacinas são inexpugnáveis: 1 por cada 622 espanhóis morre pelo vírus, enquanto por trombos provocados pelas vacinas se regista 1 falecido por 1.389.000 doses aplicadas.

O Primeiro-Ministro da Hungria também questiona a real capacidade de produção de vacinas sabendo-se que a Europa representa menos de 5% da capacidade mundial de fabricação de vacinas e daí duvidar das quantidades que a Comissão Europeia anuncia como certas no planeamento de entregas para distribuição entre os países Membros.

A inocula da Moderna (mensageiro de RnA como a Pfizer) é a que apresenta piores resultados com 0,125 casos contra os 0,096 casos da AstraZeneca

Somam-se os líderes políticos na Europa que desconfiam das “graves inadimplências” – quer dizer, incumprimento perigoso – da AstraZeneca com a Europa, relativamente aos atrasos no fornecimento de imunizantes. Ursula Von der Leyen insiste que a empresa anglo-sueca reduziu sua meta de entrega em 100 milhões dos 300 milhões de doses previstos no contrato para o final do fase de Junho. Contudo, continua sem revelar o conteúdo desta parte descrito no(s) contrato(s) subscrito(s).

Não podemos crucificar nenhuma das vacinas anti SARS-CoV-2, mesmo que se duvide do seu prazo de imunização e muito menos pelos fenómenos trombóticos que causam. Importa explicar que os poucos casos sucedem sobretudo em mulheres menores de 60 anos, após a 1ª dose e nos primeiros 14 dias e não depois das segundas doses. Para evitar os efeitos adversos teríamos de fazer o impossível de rastrear caso a caso. Obviamente que há enfermidades que os pacientes devem comunicar na hora de serem vacinados, como os hemofílicos ou os portadores da doença de Crohn que acredita-se ser directamente decorrente de uma desregulação do sistema imunológico, que diminuem as defesas do nosso organismo.

Mas afinal o que sucede com as vacinas e não apenas com a da AstraZeneca: Tratam-se de tromboses dos seios venosos, no sistema vascular encefálico, e trombose Venosa Esplâncnica na veia hepática que envolve o trato gastrointestinal abdominal. Em Espanha, as estatísticas mostram que acontecem 1,3 sintomas de episódios trombóticos por cada 100.000 doses aplicadas no global das 4 vacinas que se administram. A inocula da Moderna (mensageiro de RnA como a Pfizer) é a que apresenta piores resultados com 0,125 casos contra os 0,096 casos da AstraZeneca e os 0,06 da Pfizer e da Janssen. Mas as vantagens das vacinas são inexpugnáveis: 1 por cada 622 espanhóis morre pelo vírus, enquanto por trombos provocados pelas vacinas se regista 1 falecido por 1.389.000 doses aplicadas.

Cada vez que a farmacêutica Pfizer se valoriza na Wall Street na bolsa de valores, a New York Stock Exchange,sai uma notícia menos previsível: Afinal, a eficiência da vacina anti- SARS-CoV-2 da farmacêutica americana desenvolvida na alemã BionTech dependerá de uma terceira dose a administrar num prazo de 6 a 7 meses e depois deverá injectar-se anualmente tal qual a da gripe. Também se sabe que esta vacina é das mais fugazes exposta às variantes Sul-africana e californiana. Mas a aposta pelos mercados mais ricos e o lobby estabelecido entre poderes, prende-se obviamente pela capacidade logística necessária ao transporte e manutenção a temperaturas extremamente baixas, na ordem dos 70 a 80º negativos, e à sua curta duração acima destes valores. Obviamente, as vacinas da Pfizer e da Moderna – as duas de mRnA – jamais chegarão aos países africanos salvo as excepções em algumas regiões de Marrocos, Namíbia e África do Sul e à maioria dos países asiáticos.

Contudo, os profissionais de saúde, os agentes económicos e sociais apelam incessantemente à vacinação massiva e à rápida dispersão de vacinas pelo planeta, particularmente entre os países mais pobres ou em vias de desenvolvimento, como única forma de conter a pandemia. As estirpes do SARS-CoV-2 não viajam apenas de avião e tão pouco em voos entre países mais ricos.

O vírus está entre os conviventes comunitários e a mobilidade entre países é de difícil controlo. Pior ainda quando se trata de garantir testes PCR ou antígenos em países de origem onde a saúde pública é insuficiente e inexistente na maior parte destes territórios. Não basta garantir efeito de rebanho em alguns países. Isso mantem a vulnerabilidade. Veja-se o caso da variante indiana e como já se registam casos a Ocidente, mesmo em países que não recebem voos directos dos aeroportos da União Indiana.

Quando as estirpes começam a ser duplamente mutantes como o caso da ‘nova’ cepa da India, ainda mais contagiante e agressiva que as variantes Sul-africana, brasileira e britânica, esta última responsável por mais de 70% das contaminações actuais, a Comissão Europeia e alguns Estados Membros planteiam-se em administrar uma 2ª dose da Pfizer a quem já recebeu a 1ª dose da AstraZeneca, contra indicação da Agência Europeia do Medicamento, das características das próprias inoculas e sem nenhuma evidência científica ou resultante de qualquer estudo credível. Em Espanha a Comissão de Saúde Pública espera pelos resultados do ensaio do Instituto Público de Saúde Carlos III, pedido pelo governo, a realizar com 400 voluntários, onde se combina o soro da AstraZeneca com um segundo pinchazo de Pfizer. É convencimento generalizado que o resultado está meio decidido apesar do prestígio da instituição. Os imunólogos e a comunidade médica em geral insistem na falta de ética da iniciativa e que é muito curto ensaiar em apenas 400 cidadãos. O governo de Espanha não integra gente preparada para tomarem decisões nesta matéria de saúde pública e que consubstancia riscos elevados.

O imunólogo Alfredo Corell é completamente contra que se administrem segundas doses de vacinas diferentes das primeiras doses, principalmente quando as origens tecnológicas são absolutamente diferentes. Aquele professor catedrático insiste que isso apenas será eticamente admissível quando devidamente ensaiadas e uma contra todas e vice-versa a exemplo do que se está a fazer no Reino Unido e cujos resultados nem sequer tem projecção de data marcada.

O professor Alfredo Corell, de 58 anos, é um catedrático da universidade de Valladolid e divulgador científico espanhol, membro da Sociedade Espanhola de Imunologia, e nomeado Melhor Docente Universitário de Espanha em 2018 nos II Prêmios Educa Abanca. Es director del Área de Formación Permanente e Innovación Docente de la Universidad de Valladolid.7​

Desde fevereiro deste ano, Corell aderiu à Paradigmia Associação sem fins lucrativos, uma plataforma de formação online gratuita para estudantes de ciências da saúde do mundo hispano. É notabilizado pelas suas conferências na televisão com explicações através de animações com artefactos em 3D…

Também o urgenciólogo César Carballo, se manifesta concordante com a decisão da OMS em que “não há dados” para determinar que aplicar uma segunda dose de uma vacina diferente à da AstraZeneca poderia ser benéfico. Por isso, adverte: “Sem dúvida preferiria a segunda dose de AstraZeneca ou se isso não fosse possível, ficar com uma só dose. O que não faria seria aceitar levar doses de vacinas diferentes até que não haja evidência clara do seu benefício“.

https://www.lasexta.com/programas/sexta-noche/entrevistas/doctor-carballo-advierte-nuevo-perfil-contagiado-hospitales-gente-joven-que-llega-placas-muy-malas-neumonias-bilaterales_20210424608487ab998f540001ca1627.html

Dia 1 de Maio assinala 8,8% da população espanhola vacinada com pauta completa e um histórico de vacinados num só dia, 504.823 cidadãos. Mas também se incorre no episódio arriscadíssimo: Deixar ultrapassar o prazo de vacinação para 1,2 milhões que receberam a 1ª dose da AstraZeneca enquanto se espera por um ensaio encomendado.

E agora, enquanto ao governo e a ministra da saúde, sem ninguém com experiência na matéria, aguardam por um resultado esperado, pelo menos durante mais uma semana deixam 1,2 milhões de cidadãos em atraso para receber a 2ª dose da AstraZeneca. Uma tremenda irresponsabilidade de quem vende constantemente uma governação progressista, defensora dos interesses dos cidadãos e que quer estar na primeira linha do combate à pandemia entre os Estados Membros. Realmente Espanha está entre os melhores de todos, mas por força da qualidade dos profissionais de saúde e da globalidade dos equipamentos que dependem tão-só dos governos das Comunidades Autónomas e não do governo.

Passa uma semana em Espanha com um registo de 625 mortos por causa do SARS-CoV-2 e em que a taxa média de ocupação das UCI pelos contagiados é de 23%. E são cada vez mais os internados nos Cuidados Intensivos que tem entre os 35 e os 45 anos de idade. Nas Canárias a evolução da 4ª vaga mantém-se idêntica à terceira, muito acima das estatísticas da primeira vaga e por razões que nem sequer são escrutinadas. As condições sanitárias e a excelência dos profissionais de saúde no arquipélago já o podia ter tornado em território “COVID ZERO”, houvesse vontade política em promover uma prevenção realmente adequada com enfoque na mobilidade que se autoriza entre as ilhas principalmente com a Espanha peninsular e também os países terceiros. Um exemplo: Só no aeroporto de Madrid, Barajas, a média diária de passageiros infectados é de 28, entre Maio de 2020 e Abril deste ano. Oficialmente só foram detectados 6.901 casos de Maio de 2020 a Fevereiro de 2021, entre um total de 8.487.887 passageiros estrangeiros que entraram em Espanha.

– por José Maria Pignatelli (Texto não está escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico)

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