Histórias d’África – Comunistas, ricos e desconfiados do Estado

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Estão no poder, aforraram que se fartaram em tempo recorde e desconfiam da sua própria governação não abdicando de planos de poupança reforma de dezenas de milhares de euros

O governo social-comunista de Espanha está a “portucalizar-se”… Eu chamar-lhe-ia Iberiafenomenal tão-só porque tal Portugal, tal Espanha: Ao poder chegam muitos remediados que se fazem ricos e alguns mais abastados ficarão nos anos seguintes. Nos últimos seis anos, os comunistas da esquerda moderna conseguiram catapultar-se até chegarem ao poder apesar de resultados eleitorais modestos. Oportunisticamente propõe-se completar maiorias parlamentares a troco de cargos públicos e de participação na governança. Conseguiram-no. Questionam sistematicamente a Monarquia Constitucional, a Espanha enquanto Estado Democrático, pactuam com todos os independentistas e bramam por uma república bolivariana ao estilo venezuelano.

Mas situemo-nos no património declarado a que se encontram obrigados:

  • Ione Belarra, a nova ministra dos Direitos Sociais e Agenda 2030, do partido de extrema-esquerda Unidas Podemos, apresenta uma ascensão meteórica no seu património financeiro: Em 2016, apresentava na sua declaração de bens 29.078 euros em contas correntes e agora dispõe de um património bruto de 145.649,03 euros e um passivo de 69.994,37 euros.

Ione Belarra substitui Pablo Iglesias, líder do partido que além de ministro era vice-Presidente Segundo do governo liderado pelo socialista Pedro Sánchez.

  • O comunista Pablo Iglesias também é detentor de um património que cresceu 6 vezes desde o início de 2015: Agora, é de 539.880,25 euros, dos quais 233.282 são bens imóveis, 111.000 euros de depósitos em contas bancarias, e – imagine-se para quem defende com unhas e dentes uma economia e pensões assentes no sector público – 187.500 euros em seguros de vida e planos de reforma, e mais 8.000 em outros bens. As dívidas ascendem a 231.156 euros. Assim, o seu património líquido é de 310.724 euros.
  • Já Irene Montero, ministra da Igualdade que vive maritalmente com Iglesias e também ela líder comunista da Unidas Podemos, conta com 629.969,82 euros entre bens imóveis e depósitos em contas à ordem e seguros de vida, enquanto declara uma dívida global de 231.156,50 euros.

Feitas as contas, o casal soma um património de 1,1 milhões de euros.

  • No entanto, é Manuel Castells – independente de esquerda e ministro das Universidades – o membro do governo que mais património identifica na sua declaração de bens e direitos patrimoniais: 2.191.456,13 euros em imóveis, 324.280,95€ em depósitos bancários e poupanças. Em seguros de vida declarou 1,4 milhões de euros acrescidos de outros 21.878,66 euros de direitos de conteúdos económicos e um passivo de 1.115.000 euros.

Esta informação pode ler-se no Portal da Transparência da Administração Geral do Estado

– por José Maria Pignatelli (Texto não está escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico).

Veja também o artigo publicado no diário online “La Razón”:

https://www.larazon.es/espana/20210326/fkxzajgaw5aqhbbq5ljzimbvrq.html

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